Caderno aberto sobre uma mesa de madeira com a palavra “Branding” escrita à mão e um desenho de lâmpada, representando estratégia, identidade de marca e branding para Gen Z.

Branding para Gen Z: por que “parecer jovem” não funciona

22/01/2026
admin

A tentativa mais comum (e mais cara) das marcas ao falar com Gen Z é tentar “parecer Gen Z”.

Só que esse é o caminho mais rápido para virar meme — e não do jeito bom.

O painel no Web Summit trouxe uma ideia que eu considero central: a Gen Z não está buscando a marca mais engraçada ou a mais “jovem”. Ela está buscando a marca mais coerente.

E coerência tem mais a ver com posicionamento do que com estética.

Voz é mais importante do que estética

Lucy explicou que, por anos, fez conteúdo de forma anônima — e ainda assim criou uma comunidade gigantesca. Ou seja: não era a imagem, era a voz.

Isso diz muito sobre a Gen Z: essa geração responde a autoria. Responde a visão.

Quando uma marca fala como todo mundo, ela some.

Quando fala com uma voz clara, ela vira referência — e vira compartilhável.

Branding para Gen Z respeita o conteúdo que respeita inteligência

Outro ponto que ficou forte no painel: o conteúdo que a Gen Z consome é aquele que ela consumiria mesmo que não fosse “marketing”.

Quando o conteúdo parece “conteúdo de marketing”, a atenção cai.

Gen Z é a geração mais treinada do mundo em detectar publicidade disfarçada. Ela cresceu com isso.

Por isso, o desafio das marcas não é criar conteúdo “bonitinho”, é criar conteúdo com valor, com posição e com personalidade.

Construir comunidade é consequência de consistência

Lucy disse algo muito interessante: ela não tenta construir comunidade como um projeto separado. A comunidade acontece porque existe um interesse em comum (“coisas que você deveria se importar”).

Isso, para marcas, é um insight enorme: comunidade não nasce de grupo no WhatsApp. Comunidade nasce de causa, narrativa e recorrência.

Onde entra a Nagata & Gasparini?

O que eu mais conectei desse painel com consultoria foi isso: coerência exige processo.

E processo não nasce do nada.

Para que uma marca seja coerente com Gen Z, ela precisa:

  • clareza de posicionamento
  • tom de voz definido e treinado
  • narrativa central
  • sistema de conteúdo com governança
  • indicadores que vão além de curtida

    É aí que a consultoria da Nagata & Gasparini entra com força: estruturando a marca para que ela não dependa de uma pessoa “criativa” do time — mas funcione como um motor de consistência e crescimento.



    Leia também:


    Mãos robóticas usando um laptop e um tablet sobre uma mesa de madeira, com telas em branco.

    PORQUE O AGENTIC COMMERCE AINDA NãO CONVERTE

    26/11/2025
    admin

    OS DESAFIOS DE EMPREENDER NA MEDICINA

    30/01/2022
    Homem de terno segurando um carrinho de compras em miniatura na palma da mão, representando estratégias e tecnologias do varejo. - agentic commerce

    DADOS, RECOMENDAçãO E IA: O QUE VAI IMPULSIONAR O AGENTIC COMMERCE

    26/11/2025
    admin
    Setas coloridas apontando para cima ao lado de ícones de crescimento, ideias e metas, representando as estratégias de crescimento apresentadas pela Tally no Web Summit.

    TALLY E SPINNABLE: GROWTH MARKETING PARA OS PRIMEIROS 100 CLIENTES

    03/12/2025
    admin


    CONTATO


    Nossos consultores estão prontos para atendê-lo(a)!

    ©2025 | Administresuaclinica.com, um Blog Nagata & Gasparini.
    Todos direitos reservados. Proibida a cópia ou reprodução sem expressa autorização.

    +55 13 99740-2910